Fuçando nos blog nos quais custumo ler me deparei com uma promoção super legal aos leitores do blog Celebraii, como sou um leitor quase que diario do blog do nosso amigo Will nao posso deixar de concorrer, afinal nao é todo dia que o blog dos quais gostamos sorteam livros. O Blog Celebrai nos traz referencia sobre o cristianismo do dia-a-dia ,das dificuldades do cristao da simplicidade do evangelho e principalmente das reflexoes sobre o evangelho e claro tambem nos traz referencia a celebraçao da vida,afinal amar Jesus é sim um Dom.Fiquemos atentos a tudo,discutir,refletir,pensar aprender para sempre ensinar esse é um dos objetivos do blog Celebraii que com posts interessantes nos trazer a tona a logica da vida que é Amar.
Continue lendo >>segunda-feira, 15 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
Eles são diferentes. E adoram isso
Jovens evangélicos não bebem, não fumam, não têm sexo fora do casamento. Mas a rigidez
diminuiu, eles se sentem melhores que os outros e acreditam num futuro de prosperidade.
Rodrigues (de óculos) com amigos no Brother Simion, point evangélico: beber, não, fumar, também não; beijar, sim, mas sem avançar o sinal.
Eles vão a baladas, namoram, surfam e usam roupas da moda. A diferença entre os evangélicos e a maioria dos outros jovens é que suas festas são sem álcool, o namoro é sem sexo e as roupas, sem exageros – nada de saias pelos pés e cabelos pela cintura, mas decotes e comprimentos moderados. A maneira brasileira de ser evangélico ajuda a explicar os números impressionantes: 17% dos jovens entre 15 e 29 anos se identificam como seguidores de alguma das confissões evangélicas. Basta entrar em qualquer culto pentecostal para constatar a vitalidade de sua presença: praticamente a metade da igreja é sempre composta de jovens. Orgulhosos de seguir uma doutrina aparentemente tão contrária a tudo o que a juventude aprecia em nome de valores espirituais, também assumem a busca da realização material ("Nós merecemos o melhor" é uma declaração constante). Em algumas igrejas específicas, a promessa de redenção é um atrativo poderoso. "A maioria vem aqui porque tem angústias de várias naturezas, entre elas o vício em drogas. Mas uma vida desregrada e um certo desconforto com o mundo, que muitas vezes nem eles mesmos sabem explicar, também trazem muitos jovens para a igreja", enumera Rodrigo Ribeiro Rodrigues, membro há três anos e meio da Bola de Neve Church, igreja conhecida em São Paulo pela presença absoluta de jovens. Rodrigo trabalha como assessor de imprensa da Bola de Neve – sim, a igreja tem assessor. Além dos cultos, ele freqüenta o inusitado pub gospel Brother Simion, ponto de encontro de jovens crentes em São Paulo. O Brother Simion é isso mesmo: pub, ou seja, lugar meio escurinho onde jovens se encontram, e gospel, o que quer dizer que lá não se pode fumar nem beber. "O que mais sai aqui é açaí", diz o Brother Simion em pessoa, o dono do estabelecimento. E que fique claro aos casais: beijar, pode; avançar o sinal, não.
Com o público jovem como alvo específico, as igrejas evangélicas organizam cultos e reuniões freqüentes, estimulam a integração, oferecem emprego e atividades esportivas, em ambiente de violência zero – um diferencial tremendo em locais atormentados por altíssimos índices de criminalidade. Praticamente garantem um futuro de prosperidade e um casamento estável. A quem já escorregou, asseguram a oportunidade de passar uma borracha no passado e ser acolhido como uma nova pessoa, querida pela comunidade. A maioria das religiões parte dos mesmíssimos princípios, mas as igrejas evangélicas aperfeiçoaram uma forma simples e envolvente de apregoar suas vantagens. O jovem vai, empolga-se e julga que não beber e não transar fora do casamento são requisitos razoáveis para um futuro tão promissor. "As pessoas criam esse estereótipo de que ser cristão é ser chato. Não é isso. A gente pode tudo, tem a mesma liberdade que qualquer um. Só que fazemos escolhas. E, na minha opinião, fazemos as melhores", diz Rafael David, 21 anos, da mesma Bola de Neve. A igreja foi fundada em 2000 pelo surfista Rinaldo de Seixas Pereira, o pastor Rina, de 36 anos. Uma vez por ano, dezenas de ônibus de seguidores da Bola de Neve rumam para Florianópolis para participar de torneios de surfe e skate. Na praia, os meninos ouvem reggae com letra religiosa e as meninas usam biquínis comportados.
Os padrões da Bola de Neve são mais liberais, mas o excesso de modéstia constitui hoje exceção. "Antes éramos conhecidas como jovens velhas, por causa da saia e do cabelão comprido. Mas eu me visto como qualquer outra menina. Claro que não uso decote nem minissaia, mas adoro jeans e blusinhas de alça. O importante é estar vestida com decência. Somos reconhecidas por nossa sobriedade", diz Janara Alves, advogada de 26 anos que freqüenta a Assembléia de Deus. Não fazer sexo com a namorada é difícil? "Ficar sem sexo dói, é um sacrifício, mas no final da minha busca eu vou ter um prêmio. O ápice da minha procura vai ser com uma pessoa que eu conheço e com quem tenho uma aliança verdadeira. Estou me guardando para o melhor", acredita Jeferson Ricardo Silva, de 19 anos, estudante de moda e membro da igreja Sara Nossa Terra há um ano. Nessa antecipação de dias melhores, poucas coisas fazem tanto sentido quanto a valorização do progresso material. "Todas as segundas-feiras temos uma palestra na igreja chamada Congresso Empresarial. Nela aprendemos que prosperar financeiramente não é sujo. Se o casal não tem dinheiro, ele vai brigar por causa disso. O mesmo acontece na vida como um todo. Deus nos ensina a ter o melhor, a lutar para melhorar de vida", empolga-se Nathalia Gomes, 20 anos, fiel há seis anos da Igreja Universal do Reino de Deus, que usa cabelo ruivo espetado, veste camiseta com ombro de fora e não dispensa seu par de coturnos.
A maior igreja pentecostal, o nome religiosamente correto dessa vertente do protestantismo, do Brasil é a Assembléia de Deus, com cerca de 100 000 templos e 15 milhões de fiéis. Em segundo lugar vem a discreta Congregação Cristã no Brasil, que não pede dízimo, proíbe participação em instituições políticas e veta a divulgação por meios de comunicação de massa. Entre as neopentecostais, o pódio é ocupado pela conhecida Universal do Reino de Deus, com 5.146 templos e 8 milhões de membros. De igrejas como a Universal partiu a bem-sucedida flexibilização de regras; as tradicionais, meio a contragosto, aderiram. "De um lado, as igrejas mais tradicionais deixaram de reprimir o ato de ver TV, de ir à praia, de usar maquiagem, cabelo curto e roupas da moda. De outro, as pentecostais passaram a fazer de seus cultos verdadeiros shows de música e dança, proporcionando-lhes um caráter de entretenimento. Isso atraiu muitos jovens", explica Nicanor Lopes, professor de teologia da Universidade Metodista de São Paulo.
Segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas, cerca de 30% dos fiéis das igrejas evangélicas estão nas classes C e D, em que a teologia da ascensão material encontra terreno propício. "A igreja nos ensina a ter o melhor. Aqui a gente aprende que ter prosperidade é dom de Deus. Se somos pessoas boas, nossa fé vai nos dar condições de, por exemplo, viajar, fazer cruzeiros e ficar em hotéis cinco-estrelas", diz Daniela Soares, 32 anos, fiel da Universal há dezoito. Empresária adepta do terninho, salto alto e maquiagem, ela coordena um grupo de jovens em atividades como um desfile de vestidos de noiva em que, microfone em punho, grita: "Quem quer se casar neste ano?". Diante do mar de mãos erguidas, arremata: "Então, vai escolhendo o vestido, que ele pode ser seu". Segundo levantamento feito pelo Instituto de Estudos da Religião (Iser) com 800 cariocas entre 15 e 24 anos, os evangélicos são os que mais se reúnem, seja em cultos, seja em outras atividades. Mais de 52% deles disseram ir duas vezes ou mais por semana à igreja. "Aqui, eu me sinto em casa. Posso ser eu mesmo. No primeiro dia em que vim à igreja, o pastor me chamou no altar, me elogiou muito e, apontando para a multidão lá embaixo, me disse: ‘Veja a nova família que você acaba de ganhar’. Eu me senti muito acolhido", recorda Jeferson, o estudante de moda.
A política de acolhimento tem resultados evidentes. "Procurei uma igreja católica, mas não achei nenhuma aberta. A primeira que apareceu foi uma Renascer", recorda Carolina Chiarlitti Bassi, 25 anos, estudante de administração e ex-dançarina de axé – "tempo de top e shortinho, drogas, noitadas". Hoje ela dá aulas de dança na própria igreja e tem um olhar crítico em relação ao passado: "Sexo, cerveja, cigarro, a gente sabe que tudo isso é passageiro, sem compromisso, e que não vai levar a futuro algum. Fumar e beber pode causar dependência. Transando com vários não vou fazer uma família".
O fervor dos jovens convertidos pode incomodar e causar desconforto. "Sofremos preconceito o tempo inteiro. Meus próprios amigos criticam: ‘Vai lá na igreja dar dinheiro ao pastor’", afirma Thiago Vignoli, 24 anos, estudante de administração e fiel da Sara Nossa Terra. Como é comum em grupos de alto teor de crença religiosa, a eventual discriminação vira motivo de orgulho. "Quando você começa a ter um pouco mais de convicção naquilo que segue, ser discriminado é tudo o que você quer. Eu sempre quero ser discriminado, para ter a oportunidade de contar meu testemunho", diz Phillip Silva Guimarães, 23 anos, gerente de contas em um banco e membro da Renascer. As igrejas também propiciam métodos para enfrentar constrangimentos. Vanessa de Almeida, 26 anos, fiel da Sara Nossa Terra, aos domingos costuma ir com amigos fazer preces em voz alta em plena Avenida Paulista. "As pessoas passam, nos vêem orando e se emocionam. É um trabalho maravilhoso. Eu e meus colegas fizemos a Escola de Vencedores, da igreja, para aprender a falar em público e agir em situações como essas." É difícil imaginar prova maior de fé do que esse mico total, como diriam jovens menos convictos.
(1FOTO ESQUERDA)ORAÇÃO NA AVENIDA
Vanessa, que ora aos domingos na Paulista: "Fiz até um curso na igreja para aprender a comandar situações e falar em público"
(2FOTO CENTRO)À ESPERA DO PRÊMIO
Jeferson Silva, sobre o namoro sem sexo: "É um sacrifício, mas espero para ter uma aliança verdadeira. Estou me guardando para o melhor"
(3FOTO DIREITA)DINHEIRO NÃO É PECADO
Nathalia: "Na igreja aprendemos que prosperar não é sujo. Deus nos ensina a ter o melhor"
Continue lendo >>Dois filhos, duas histórias
Manter os filhos no bom caminho é um dos maiores apelos de qualquer religião. Maria Negreiros, 48 anos, cozinheira, fiel da Igreja Universal, conta como Kleber e Clarice tomaram rumos totalmente diversos na vida. A mãe faz o seu relato: "Minha filha de 21 anos foi criada na Universal. Aos 14, resolveu largar a igreja. Ela queria conhecer o mundo, sair à noite, fazer amizades fora da igreja e namorar. Em pouco tempo, já estava saindo quase todas as noites com as amigas do bairro. Passou a beber e a fumar muito. Entre os 18 e os 20 anos, envolveu-se com gente que usava drogas. Nesse período, engravidou de um rapaz que eu nem conhecia. Durante a gravidez, ele começou a namorar outra menina. Clarice sofreu muito. Hoje, trabalha como vendedora em uma loja. Ganha até razoavelmente bem, mas gasta na noite, com bebida e sei lá mais o quê. Ela sai toda sexta-feira e todo sábado. Volta só no dia seguinte, sempre de ressaca. Sou eu que fico com o filhinho dela, de 2 anos. Também pago quase tudo. Ela não tem paciência com o menino e vive irritada com ele. Meu outro filho, Kleber, 27 anos, só me dá orgulho. Ele passou por uma enorme transformação. Até cinco anos atrás, estava no fundo do poço. Era viciado em cocaína e em maconha e chegou a traficar. Uma vez foi até preso. Passava dia e noite nos bares e nos cantos das ruas se drogando. Um dia, acordou mal, depois de fazer coisa errada a noite inteira. Pegou um ônibus e foi para a sede da Universal, em Santo Amaro. Desde então, vai quase todas as noites. Está se preparando para ser obreiro e trabalha com meninos viciados em drogas. Para ajudar em casa, é manobrista. Nunca mais tocou num copo de cerveja e não sai com meninas. Diz que está esperando aparecer a mulher certa para se casar. O sonho dele, agora, é fazer uma faculdade."REVIRAVOLTA
Maria, fiel da Universal, orgulhosa do filho Kleber, preocupada com a filha Clarice: ele voltou, ela saiu
Voltemos ao Evangelho!
O Evangelho Puro e Simples não é uma pregação nova ou algo novo.
“...E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessaram de ensinar e de pregar Jesus o Cristo”
“... e todos os dias perseveravam unânimes no templo, e partindo o pão em casa, com alegria e singeleza de coração”
“.... e todos os dias acrescentava o Senhor à igreja os que iam sendo salvos”
“...crescia a Palavra de Deus e multiplica rapidamente o número de discípulos...”
...Em dois anos todos os habitantes da Ásia ouviram a Palavra do Senhor Jesus...”
O Evangelho Puro e Simples não é uma pregação nova ou algo novo; é o Poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê.
O livro de Atos nos dá o modelo da igreja que deveríamos ser e imitar na paixão e no amor por uma causa chamada JESUS CRISTO!
Jesus era o Motivo pelo qual os irmãos da igreja de Atos todos os dias no templo e nas casas, com alegria, simplicidade e pureza de coração não cessavam de anunciar e ensinar acerca do evangelho. Anunciavam, porque fazer isso não era apenas uma prioridade para eles, mas a VIDA deles! Eles viviam e respiram a mensagem da cruz, o próprio Jesus!
Não foi o evangelho que mudou; fomos nós quem mudamos! O problema não está na igreja, mas em nós que constituímos a igreja!
Ao invés de nos transformarmos a imagem e semelhança de Cristo, e fazermos Dele a causa única das nossas vidas e a motivação de toda a nossa existência, nos transformamos em homens e mulheres que dizem “amar a Deus”, serem “cristãos”, mas que vivem pra si e buscam seu próprio reino e sua própria vontade. Por quê? Porque desviamos o nosso coração e trocamos o eternal pelo temporal.
Outra marca que eles tinham como resultado da vida de Cristo na vida deles, além do amor por Jesus, era a “UNIDADE”.
Não existe nada que não possa ser feito, construído ou edificado onde existe Unidade!
O segredo jamais estará na mídia, na pregação, na música, no método, no dinheiro... Mas na Unidade do Coração da Igreja que exala o bom perfume de Cristo, que vive por Ele e para Ele! Jesus é o Segredo. Aleluia!!!
Por que será que a igreja atual não tem avançado como deveria? Por falta de recursos? Dinheiro? Oportunidades? Ou por falta de UNIDADE?
Podemos ter “tudo”, mas se não tivermos Unidade, não temos nada! Porque reino dividido contra si mesmo não prospera! Será que hoje existem divisões dentro da igreja?
A Verdadeira Unidade revelará Cristo ao mundo! Porque nasce Nele e só é possível por meio Dele.
Se os perdidos não têm sido alcançados, o problema não está na Palavra, mas na Igreja que não tem revelado o Cristo da Palavra!
Quando voltarmos o nosso coração para o Evangelho; vivermos e praticarmos o Evangelho com um coração puro e simples, veremos o Poder de Deus se manifestando na vida de homens e mulheres, de jovens e crianças e o Senhor acrescentando todos os dias os que se salvarão e serão alcançados pela Igreja através das nossas vidas! “Cristo em vós a esperança da glória”.
Não fomos feitos para vivermos como a maioria dos homens; não fomos feitos para “conquistar”, “ter”, “possuir” ... fomos feitos para viver e nos entregar por algo eterno, para avançar o Reino e viver por uma causa maior do que nossos grandes planos e projetos! Fomos feitos para viver por Ele e para Ele! Para o louvor da Sua glória!
É Tempo de voltamos para o evangelho com um novo coração e deixar de lado nossas pequenas causas temporais e fazer aquilo que fomos chamados para fazer!
Ele nos amou! Perdoou nossos pecados; deu Sua vida por nós quando a única coisa que merecíamos era o inferno e nada mais. Ele nos amou sendo nós inimigos de Deus! Ele morreu a nossa morte para que vivêssemos a Sua vida!
Ele te Salvou!
De qual motivação mais Você precisa?
Porque dele, por Ele e para Ele são todas as coisas!
Ref. Atos 2:46-47; 4:32; 5:42; 6:7; 19:10; 19:20; Romanos 1:16; Mateus 12:25; João 17:21-23, João 1:3; Colossenses 1:27; Efésios 1:3; Romanos 11:36 / Pr. Rinaldo Fernando (Acampamento/ fev. 2010)
Texto retirado de Eliane Alves
Continue lendo >>sexta-feira, 5 de março de 2010
Ou Cristão ou religião?
Não há identificação nenhuma entre religião e evangelho, são como bem e mal.
A pior de todas as traições é tratar o evangelho como meio de alienar pessoas. Tudo é muito ruim em se tratando de alienação, contudo o evangelho é a mensagem da liberdade em todos os sentidos e usá-lo para alienar gente é a pior de todas as traições, contradições e inversões.
O advento do Cristo não nos propôs coisa mais sublime que a liberdade. Deus chegou até nós com a boa notícia de que todos podemos ser livres, até de nós mesmos. Sim, porque nós, os humanos, somos os maiores escravos de nós mesmos - "o homem é o lobo do próprio homem".
Processos religiosos são, por definição, processos alienantes. A religião desfavorece a vida, amarra sentimentos e congela ideias. É um crime dizer que isso é o evangelho. A obra de Deus em Cristo é algo tão sublime que supor alguma igualdade com processos alienantes já é um crime contra a pessoa do Altíssimo.
Ninguém conseguirá desmentir ou contradizer: a religião é um dos grandes, se não for o maior, males da humanidade; causou guerras, promoveu mortes das mais sangrentas e contribuiu para a não evolução do homem. Religiosos são mal-humorados, amargos, iludidos e sempre, impreterivelmente, “donos da razão”; não baixam a guarda, não admitem erros e, sem exageros, conservam a ideia de que, exceto eles, todos vão para o inferno, ou para qualquer outro lugar ou estado da alma que lhe seja abominável.
Não há identificação nenhuma entre religião e evangelho, são como bem e mal, opostos e antônimos. Ou você é do evangelho ou é da religião, na pior das hipóteses de nenhum dos dois; mesmo assim qualquer coisa é melhor que a religiosidade. Salvos são todos os que conseguem viver sem a muleta religiosa, mas mesmo assim ainda há salvação para os alienados da religião. No entanto, há um grande juízo, em algum lugar do futuro, para a religião, graças a Deus.
Pense nisto e viva,
Continue lendo >>domingo, 28 de fevereiro de 2010
Quero Ser um Cristão Diferente!
Quero ser Diferente e nao indiferente.
Quero ser um Cristão diferente. Não quero ser conhecido apenas como alguém que "não bebe, não fuma e não joga". Isso é muito pouco. A "geração saúde", que freqüenta as academias e come comida natural, não bebe e não fuma, e nem por isso pode ser chamada de cristã. Também não me contento em ser chamado de Cristão por ter um modo diferente de me vestir. Durante muito tempo, no Brasil, a diferença que os Cristãos queriam mostrar era que eles se vestiam de uma maneira "esquisita", e isso acabou tornando-se motivo de chacota e que em nada engrandecia o Reino. Com certeza, usar uma roupa fora de moda, não faz de ninguém um cristão.
Também não me satisfaço com o modelo "gospel" de Cristão que há hoje em dia. Broche de Jesus, caneta de Jesus, meias de Jesus, calcinha de Jesus, etc. Sabe-se lá onde isso vai chegar. Tem muita gente ganhando rios de dinheiro com esses cosméticos para o Cristão moderno. A grife "JESUS" tem vendido muito. Mas não adianta. Usar toda a parafernália do marketing "gospel" não faz de ninguém um cristão.
Pensei comigo: a moçada evangélica hoje está toda na Internet. E saí à busca de salas de bate-papo de evangélicos. Confesso que tentei inúmeras vezes, mas não consegui. Me adentrava por assuntos importantes e profundos da vida cristã e as respostas eram chavões o tempo todo. Não se pensa, cria ou reflete, só se repete chavão do tipo "glóooooria", "Tá amarrado", "É tremendooo", etc. Definitivamente, repetir chavões a todo o momento não faz de ninguém um cristão.
Quero ser um Cristão diferente. Que não seja alienado da vida e de seus acontecimentos. Que saiba discutir e entender as questões existenciais, como a dor, a miséria, a sexualidade, a paixão, o amor. Quero ser um Cristão que não vive acuado, com medo de tudo, vendo o diabo em toda a parte e querendo amarrá-lo a todo momento: Jesus Cristo o derrotou na cruz, ele é um derrotado, e eu não preciso ficar me preocupando com ele 24 horas por dia.
Quero ser um Cristão que saiba falar de tudo e não apenas de religião, e que tenha, em todas as áreas, discernimento e sabedoria. Quero ser um Cristão que não tenha uma atitude conformista diante do mundo, do tipo: "Ah, Deus quis assim....", mas que eu seja um agente de transformação nas mãos de Deus.
Que a minha diferença não esteja na roupa, mas na essência: coração bom, olhos bons. Quero ser um Cristão que cria os filhos com liberdade, apenas corrigindo-lhes, para que cresçam e desabrochem toda a criatividade que Deus lhes deu. Quero ser um Cristão que vive bem com o seu próximo.
Quero ser reconhecido como um Cristão pelo que eu "sou" e não por aquilo que "não faço". Quero ser um Cristão simpático aos outros, agradável, piedoso, que se entristece com a dor do próximo, mas também se alegra com o seu sucesso (já reparou que as pessoas se solidarizam com nossas derrotas, mas poucos manifestam alegria quando vencemos?).
Não quero ter de falar a todo momento que sou Cristão, para que outros saibam, mas quero viver de tal modo que outros percebam Cristo em mim.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
A história que ninguém contou
Jesus de um modo que voce nunca viu.
Há uma história sobre um tal de Jesus. Talvez já tenha ouvido falar alguma coisa sobre ele. Dizem que, por falta de vagas nos hotéis próximos à rodoviária, sua mãe acabou parindo no curral dos animais. E na falta de um berço decente, o pobre coitado teve que se contentar com o cocho dos animais se alimentarem. Há relatos também de que o casamento de seus pais aconteceu em meio a certas circunstâncias estranhas. Parece que o homem suspeitava que a gravidez de sua futura esposa era de outro. E isso era bem provável, pois ela ainda era comprovadamente virgem. Como diz o ditado: “família é tudo igual… só muda o endereço”. De fato, a inseminação artificial na época era DIVINA!
Lá pelos seus 12 anos, o moleque espichava na altura e começava a por pra fora os ideais reacionários de seu pai (não o de criação, mas o que engravidara sua mãe antes do casamento). Ao invés de ir pro campo de futebol que ficava próximo ao local onde se crucificavam pessoas (na época as penitenciárias não eram muito populares), o pivete insistia em perturbar os religiosos. Enchia todos eles de perguntas. E surpreendentemente, eles até gostavam. Digo que isto é surpreendente por que não se fazem mais religiosos como antigamente. Hoje em dia perguntas não são tão bem vindas. Principalmente se for sobre gastos de dinheiro nas igrejas.
Então Jesus atingiu a maioridade civil! E resolveu que ia fazer uma turnê com sua banda pelas cidades próximas. Como loucura é algo magnético, rapidamente recrutou 12 integrantes. Na época era permitido montar bandas de rock com tantos membros. Hoje em dia, passou de 5, é considerado grupo de pagode. O nome da banda era “O Filho e os homens”. Só tinha um problema: ninguém sabia tocar nada. Mas Jesus era um cara persistente. Como todo bom brasileiro, estava decidido a não desistir nunca! Acabou que por um erro de pronúncia, a banda ficou conhecida como “Filho do homem”. Mas há certa justiça nisso, pois infelizmente a banda não era tão boa. Bom mesmo era o vocalista. Jesus arregaçava com tudo e com todos. As letras de suas músicas mexiam realmente com as pessoas. E curiosamente, não havia nada de tão novo. Fazia algo que o Iron Maiden faz até hoje: citou textos históricos e amplamente conhecidos. E em meio à turnê, multidões começaram a se aglomerar. E graças a seus talentos vocais insuperáveis (desculpe Bruce Dickinson, mas Jesus era o máximo), ficou conhecido por Mestre.
A maioria das pessoas ignorava que o talento de Jesus foi descoberto por um famoso produtor chamado João Batista. Esse tal de Batista era um verdadeiro garimpeiro! Ele inclusive foi o idealizador do primeiro “Rock in Rio Jordão”, show em que Jesus se apresentou publicamente pela primeira vez. O show foi incrível. As pessoas ficaram atônitas, sem entender de onde vinha aquela voz celestial. Infelizmente o pobre Batista não pode agenciar ao Mestre. Como a maioria dos produtores musicais, acabou perdendo a cabeça e foi assassinado de maneira trágica.
Ao contrário do baixista (um tal de Judas), que em seu íntimo desejava fazer carreira solo num futuro próximo, Jesus queria que a banda perpetuasse sua musicalidade por toda a eternidade. E pra isso investiu pesado na formação de cada um dos integrantes. E dedicou-se com afinco durante longos 3 anos de turnê.
A turnê foi um sucesso absoluto. A fama de Jesus o precedia. Multidões aguardavam ao Mestre nas entradas das cidades. E ele era muito amigável e simpático. Não recusava um autógrafo para nenhum de seus fãs. Mas fã é um bicho complicado. Hoje tá atrás de Jesus… amanhã já tá atrás do Calypso. Mas mesmo sabendo que a multidão não era fiel a suas músicas, Jesus continuava a cantar. E desafiava a cada pessoa que encontrava a também montar uma banda. Infelizmente, muitos são chamados, mas poucos escolhem para si este caminho.
Em vista da quantidade de interessados em sua musicalidade, Jesus organizou uma espécie de escola itinerante de música. Chegou a ter setenta alunos, que eram enviados de dois a dois para pequenos shows nas comunidades próximas. Os setenta voltaram de sua primeira apresentação com “sangue nos zóio”. Sentiram pela primeira vez o poder do Rock. Mas Jesus os advertiu que não se empolgassem pela multidão ou pela fama, mas sim por terem o privilégio de cantar músicas tão divinas.
Jesus era um cara estranho. Mesmo podendo hospedar-se nos melhores hotéis, preferia dormir na casa de amigos. E nem eram amigos de longa data. A maioria eram pessoas conhecidas nas ruas, em meio à turnê. Coisa de rockstar mesmo.
E eu poderia contar dezenas de histórias inéditas sobre Jesus e suas incríveis façanhas. Mas o realmente deve ser observado é sua atitude em, sendo o Deus do rock, se fazer acessível como um mero fã, para que todos nós possamos conhecer sua música.
Fonte: Ariovaldo Jr.
Continue lendo >>quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Isso é o Evangelho.
Após ver esse video começei a refletir sobre como o mundo tem pregado o prosperidade,oque é uma benção.
Mas Jesus disse; O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância João 10:10.
Quando Jesus diz;Terão vida e vida em abundancia ele não se refere a dinheiro,ele se refere a vida.É triste oque alguns ministros de Deus tem feito com a palavra,transformando o evangelho simples e doce em um mercado de consumismo.
Reflita;
2 Pedro 2;1
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Púlpito Cristão
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Ariovaldo
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Olgálvaro Jr
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